Yayoi Kusama

Em fevereiro, com curadoria de Rachel Taylor e Francis Morris juntamente com a colaboração do Whitney Museum of American Art, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia e Centre Pompidou, a Tate Modern vai receber a grande exposição da artista Yayoi Kusama.
Shot in the Dark

A partir de amanhã (10/12), Luciana Araújo apresenta “Shot in the Dark” sua primeira mostra individual na Galeria LOGO, que fala de experiências pessoais de um extremo a outro como em uma escala musical, buscando sempre um ponto de equilíbrio cênico nas imagens que cria.
Divina Rota

A Almafuerte 26, galeria do fotógrafo Gal Oppido inaugurada em outubro, abre no dia 24 de novembro a exposição “Divina Rota”. A série do artista plástico Ferrão mostra a religiosidade sob o prisma das manifestações populares do sul de Minas Gerais. O fotógrafo retorna a São Paulo pela primeira vez desde 1993, quando mostrou suas obras na Pinacoteca do Estado.
O paralelo de Claire Morgan
As esculturas da irlandesa Claire Morgan parecem cenas de sonhos ou frames de vídeo congelados. O estranhamento acontece por estas cenas habitarem a nossa realidade, por mais surreais que se pareçam.

Oded Ezer: Tipocriaturas
A Caixa Cultural apresenta a exposição Oded Ezer: Tipocriaturas, pela primeira vez na América Latina. Essa mostra formada por mais de 50 obras traz a São Paulo a oportunidade única de apresentar ao público brasileiro o trabalho de design contemporâneo internacional, com traço peculiar da cultura e do alfabeto hebraicos.
Wandering Comma

Amanda (Haystacks), 2011
A partir do dia 24 deste mês em Londres, a Alisson Jacques Gallery abrigará a exposição “Wandering Comma” com imagens de Ryan McGinley.
Serão 7 fotos no maior formato que Ryan já trabalhou e a exposição vai até o dia 22 de dezembro.
Acesse aqui o release da expo.
California Song

O MOCA (LA) – Museum of Contemporary Art – abrirá neste sábado (12/11) uma nova exposição apresentando todo o trabalho de Hedi Slimane.
O Pollock do século XXI
As pinturas gestuais de Pollock (1912 – 1956) são maravilhosas. Clichê? Eu não sabia disso até ver uma delas ao vivo e sentir uma coisa que só chamarei de coisa por não ter palavra no mundo que descreva. Se não fosse pelas paredes brancas e o ar gelado do MoMa, eu não teria segurado o choro. E na segunda vez também.
Aí tive certeza de que a grande “sacada” das pinturas gestuais de Pollock, são por elas serem gestuais, oras!
A obra final só é incrível e tem todo um impacto, porque é o registro de uma ação. Pollock não pinta o que vê. Ele pinta o que se move.
Cada rastro ou gotejamento de tinta, cada respingo, é a marca da dança do pintor ao redor da tela. Não era à toa que ele estendia a lona no chão. Assim poderia dar voltas e voltas e ter uma vista aérea do que estava acontecendo abaixo dele.







































